Despesas que superam as receitas dos planos de saúde geram apreensão na saúde suplementar.
Atualizado: 16 de out.

As maiores operadoras de planos de saúde vêm trabalhando com gastos muito próximos a receitas. No jargão técnico: índices de sinistralidades que se aproximam de 100%.
Dados de 2022 mostram, a cada R$ 100 recebidos referentes às mensalidades, R$ 88 estavam sendo gastos com exames, consultas, medicamentos, internações e procedimentos, de acordo com os dados da Agência Nacional de Saúde (ANS).
As taxas variaram entre as operadoras, sendo que Unimed Rio, Prevent Senior e Amil apresentavam índices superiores a 100%.
O aumento da sinistralidade vem sendo registrado desde o ano passado, com a pressão dos procedimentos eletivos que haviam sido postergados pela pandemia, além do crescimento dos casos de dengue e gripe.
Segundo a FENASAUDE, que representa as operadoras, influenciam no crescimento da sinistralidade fatores como o aumento nos custos dos tratamentos (inflação médica), a judicialização e a ocorrência de fraudes na saúde.
Veja matéria completa do jornal Folha de São Paulo em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2023/04/sinistralidade-acima-de-100-acende-sinal-de-alerta-entre-operadoras-de-saude.shtml
Dr. Claudio Luiz S. Ferrari
CRM/SP: 60.113; RQE: 68302
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