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Despesas que superam as receitas dos planos de saúde geram apreensão na saúde suplementar.

22 de set.
1 min de leitura

Atualizado: 16 de out.


As maiores operadoras de planos de saúde vêm trabalhando com gastos muito próximos a receitas. No jargão técnico: índices de sinistralidades que se aproximam de 100%.

Dados de 2022 mostram, a cada R$ 100 recebidos referentes às mensalidades, R$ 88 estavam sendo gastos com exames, consultas, medicamentos, internações e procedimentos, de acordo com os dados da Agência Nacional de Saúde (ANS).


As taxas variaram entre as operadoras, sendo que Unimed Rio, Prevent Senior e Amil apresentavam índices superiores a 100%.


O aumento da sinistralidade vem sendo registrado desde o ano passado, com a pressão dos procedimentos eletivos que haviam sido postergados pela pandemia, além do crescimento dos casos de dengue e gripe.

Segundo a FENASAUDE, que representa as operadoras, influenciam no crescimento da sinistralidade fatores como o aumento nos custos dos tratamentos (inflação médica), a judicialização e a ocorrência de fraudes na saúde.





Dr. Claudio Luiz S. Ferrari

CRM/SP: 60.113; RQE: 68302

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